Mostrando postagens com marcador Reportagem. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Reportagem. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Mantis: conheça a lagosta-boxeadora, o bicho mais desgraçado dos mares!


Dê uma olhadinha no belíssimo animal acima. Ele tem uma aparência incrível, não é mesmo? Com tantas cores e cheio de estruturas interessantes. O mantis shrimp”, conhecido por vários nomes, como lagosta-boxeadora, tamarutaca e esquila, realmente é fantástico. Tanto que o pessoal do site The Oatmeal criou um infográfico superinformativo especialmente para esse crustáceo.
Para começar, as lagostas-boxeadoras contam com olhos incríveis, que possuem três pontos focais cada e são capazes de enxergar do espectro ultravioleta ao infravermelho. Para que você tenha uma ideia, o olho humano contém milhões de células fotorreceptoras, entre elas os cones, que são as que nos permitem ver as cores.

Explosão de cores

Fonte da imagem: Reprodução/Wired
Nossos olhos possuem três tipos desses receptores — que respondem à luz azul, verde e vermelha —, que nos permitem perceber o espectro de cores que vemos. Os cães contam com apenas dois tipos de cones (verde e azul), e é por isso que eles vêm tons de azul, verde e um pouco de amarelo. Já as borboletas, sortudas, possuem cinco tipos de cones, o que significa que elas conseguem enxergar cores que o nosso cérebro é incapaz de processar.
Contudo, as lagostas-boxeadoras são um crustáceo tão sensacional que elas não possuem dois, três ou cinco tipos de cones apenas. Elas contam com 16! Assim, o arco-íris que elas enxergam deve ser uma verdadeira explosão termonuclear de cores, luz e beleza. Mas, como a grande maioria das criaturas, esses animais também possuem um lado obscuro. No caso das tamarutacas, esse lado é negro e sanguinário.

Pesadelo dos mares

As lagostas-boxeadoras costumam ser encontradas próximo à costa de mares tropicais e subtropicais e são predadoras letais que se alimentam de caranguejos, camarões, moluscos e peixes. Na verdade, apesar de não serem muito grandes — entre 15 e 30 centímetros —, as tamarutacas são um verdadeiro pesadelo dos oceanos, sendo consideradas como um dos animais mais violentos do planeta.
Elas possuem duas patas superpoderosas na parte dianteira que, quando acionadas, são capazes de proferir um golpe com a mesma aceleração de um disparo de uma arma do calibre 22 e força de impacto de 60 kg/cm3! E isso em menos de 1/3.000 de segundo, o que significa que, se um humano pudesse acelerar os braços com 1/10 desse poder, seria possível lançar uma bola de baseball em órbita ao redor da Terra.

Golpe ninja

Essas patinhas se movem tão depressa que a água próxima a elas chega a ferver — em um fenômeno chamado supercavitação —, além de provocar uma onda de choque capaz de matar a presa mesmo que a lagosta maldita erre o golpe. Assim, com esse movimento ninja, as tamarutacas assassinam outros animais, despedaçando os coitados, mesmo que contem com carapaças protetoras. Veja um ataque a um pobre caranguejo no vídeo a seguir:
Aliás, tipicamente os aquários não mantêm espécimes de mantis entre os seus animais, já que graças aos seus hábitos violentos e sanguinários, eles não curtem dividir o espaço com outros bichinhos, massacrando seus vizinhos. Além disso, devido ao seu golpezinho ninja de nada, a lagosta-boxeadora é capaz de destruir os vidros dos tanques.

Mais curiosidades sobre esse bicho desgraçado:

  • Seus membros são tão poderosos que os cientistas estão estudando a estrutura de suas células para desenvolver novas armaduras para as tropas de combate;
  • A Força Aérea norte-americana “encomendou” uma pesquisa para o desenvolvimento de aeronaves militares mais resistentes com base no revestimento das patas golpeadoras do mantis;
  • Existem estudos baseados na visão superpoderosa das tamarutacas para melhorar os componentes ópticos — como os dos leitores de CD e DVD, por exemplo — utilizados atualmente.

Fonte: Mega Curioso

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Aviões desembarcam equipamentos do exército francês no Mali


A França já tem 2.200 soldados no local, pouco para uma operação militar em um país tão grande.


No aeroporto de Bamako, capital do Mali, o movimento é incessante. Aviões enormes desembarcam os pesados equipamentos do exército francês que há dez dias luta no Mali.
A França já tem 2.200 soldados no local, pouco para uma operação militar em um país tão grande. O Mali tem o tamanho dos estados de Minas Gerais e Bahia juntos e está dividido ao meio. No sul, manda um governo enfraquecido. No norte, três facções de extremistas islâmicos dominam.


Eles impõem à população local uma obediência a regras religiosas rígidas e ameaçaram invadir também o sul. Evitar que o Mali virasse um país de terroristas foi a motivação da intervenção da França, algo que tem o apoio da população local e da comunidade internacional.
Essa semana na Argélia, um ataque de um grupo de mais de 30 terroristas serviu para mostrar o perigo desses grupos que nos últimos anos foram crescendo no norte da África. O armamento deles era pesado.   
Uma operação brutal do exército argelino conseguiu salvar centenas de reféns, presos em uma usina de gás. Mas dezenas morreram entre argelinos e estrangeiros. Neste domingo (20), as forças de segurança argelinas encontraram mais 25 corpos. Os relatos dos que se salvaram falam de 80 horas de terror nas mãos dos extremistas.

A atenção se voltou para o Mali, onde existem milhares de terroristas e uma guerra que deve demorar. E, por isso, os franceses esperam mais do que palavras de apoio.
Em termos de combate, as tropas francesas vão continuar sozinhas por um bom tempo no Mali. Apesar das promessas de envio de 5.500 soldados africanos de vários países, falta decidir uma questão básica: quem vai pagar pelo deslocamento e manutenção de todos. Só em uma reunião no dia 29 em Addis Ababa, na Etiópia, isso será discutido.
No aeroporto chegaram dois pequenos grupos, algo que serviu para mostrar mais simbolicamente do que em termos práticos, o envolvimento africano. As palavras dos soldados eram de otimismo e de união. Eles ainda são muito poucos e não têm nem veículos, nem armas, nem munição para entrar em uma guerra contra milhares de terroristas. Já é um começo, mas para o Mali o fim dessa guerra ainda esta muito distante.

                               Fonte: Fantástico

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Colégio Tiradentes realizou a sua 1ª formatura do ensino médio, em Santo Ângelo


  Eles tiveram que se adaptar a regras e desafios diferentes do cotidiano habitual, mas conseguiram vencê-los e agora ficarão na história como os alunos da primeira turma do ensino médio a se formar no Colégio Tiradentes da Brigada Militar de Santo Ângelo.

   Na quarta-feira (19), às 19h30min, 22 alunos participaram da formatura militar do Tiradentes, em uma cerimônia aberta à comunidade, em frente à Catedral Angelopolitana. Na sexta-feira (21), às 20h, no Clube Gaúcho, amigos e familiares comemorarão este momento histórico durante a colação de grau do ensino médio.

DE 82 PARA 22 ALUNOS
  
  No dia 24 de março de 2010, no primeiro dia de aula, eles eram 82 alunos que haviam sido incluídos no 1º ano do ensino médio. Três anos depois, são 60 alunos a menos que se formam no educandário.

  O comandante do Colégio Tiradentes, Capitão João Volmei Guerra Spagnol explica quais os motivos para a redução de alunos concluintes do ensino médio. “Era algo novo na cidade e muitos pais trouxeram os filhos para cá apostando neste algo novo; a adaptação e a exigência do estudo em sala de aula são maiores; alguns alunos resistiram às questões disciplinares como o corte de cabelo para os meninos e o cabelo atado para as meninas, e também as questões pedagógicas como a cobrança de resultados”, pondera Spagnol, afirmando que a média é 7, enquanto que em outras escolas estaduais é menor.

DISCIPLINAS

   Depois de frequentarem o Colégio em turno integral (recebendo almoço) durante 4.800 horas/aula, ministradas por mais de 20 professores em 600 dias letivos, os 22 alunos formandos saem mais amadurecidos. Eles estudaram as seguintes matérias: língua portuguesa, língua inglesa, língua espanhola, ensino religioso, química, física, biologia, literatura, matemática, filosofia, sociologia, educação física, arte, história, geografia, redação e instrução geral (que faz parte do processo de aprendizado militar).

   Nesta última disciplina é que se aprendem os valores morais, cívicos, éticos e culturais. “A diferença fundamental é que seguimos o rito próprio das escolas militares, que são baseadas em hierarquia e disciplina. A filosofia pedagógica é baseada na ética e na moral, seguindo o que prevê a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e a Lei de Ensino da Brigada Militar”, diz Spagnol.

EXTRA-CLASSE

   O professor civil e técnico de futsal, Roberto dos Reis, lembra das disciplinas que estão fora do currículo normal, as chamadas atividades extra-classe. São aulas de atletismo, esportes coletivos, equitação, natação e Tiradentes Social (com visitas a asilos e outras entidades sociais). “São atividades que trouxeram muitos troféus para o Colégio”, destaca.
  Segundo o comandante do Tiradentes, Capitão Spagnol, esta etapa da vida desses jovens está superada. “O Colégio Tiradentes foi e ainda será muito importante na vida deles. Virão outros desafios, e se for colocado em prática aquilo que eles aprenderam aqui poderão ter um futuro brilhante, independente da profissão que vierem a escolher”, finaliza.
  Dos concluintes que fizeram o vestibular, todos conquistaram aprovação em diferentes universidades.


DEPOIMENTO DE ALUNOS

“Estudei no Instituto Odão Felipe Pippi. No Tiradentes tive uma experiência muito positiva. Vou lembrar o Colégio de uma forma muito boa. Você passa por diversas funções, comanda determinados grupos. Você aprende a adquirir responsabilidades. O Colégio te resume o que você vai encontrar lá fora, te prepara para o mercado de trabalho e para a vida. O Tiradentes dá uma estrutura para quem fica o dia inteiro no Colégio, com geladeira para os alunos, micro-ondas, armários para guardar roupas e materiais, televisão para hora do almoço. O Colégio Tiradentes é um lugar onde você vai para estudar, literalmente”.
Thaiani Borchardt, 17 anos

“Estudei na Escola Técnica Estadual Presidente Getúlio Vargas. Sempre fui muito inibido. O Colégio requer que você não seja tímido até para comandar os grupos. O Tiradentes fortalece a união e a amizade. A cada ano tem as Olimpíadas Tiradentes; nesta competição a gente passa de dois a três dias numa cidade e você acaba conhecendo outras pessoas. Os desfiles militares acabam unindo os alunos e resgatam os valores cívicos. A estrutura do Tiradentes é privilegiada com salas de aula climatizadas e cadeiras estofadas. Os banheiros são bem mais estruturados, com armários para você guardar objetos pessoais e chuveiros para tomar banho após as atividades físicas”.
Roberto de Oliveira, 17 anos

“Estudei o fundamental no Colégio Missões. Para mim, o Tiradentes foi uma experiência de grande amadurecimento. Entrei lá aos 15 anos e com o passar do tempo eu acabei amadurecendo até por ter assumido certas responsabilidades. Você acaba fazendo amizades fortes. O Tiradentes não é apenas este colégio cheio de regras, mas um espaço onde você pode se divertir realizando algumas confraternizações com os colegas. O Colégio também procura manter os pais informados sobre como está o nosso desenvolvimento”.
Lenara Menezes, 18 anos

“Estudei o fundamental na Escola Técnica Estadual Presidente Getúlio Vargas. O Tiradentes foi o que eu esperava encontrar quando eu me matriculei aqui. As dificuldades como questões disciplinares que existem em outras estaduais você não encontra lá. Lá tínhamos horário para tudo, como estudar, praticar esportes, almoçar. A carga horária é maior do que em outros colégios. Há toda uma equipe preocupada com os alunos. Somos valorizados pelas nossas conquistas. O Colégio nos prepara para concursos e para os melhores vestibulares. E agora estamos aguardando a nossa formatura, que será um grande evento”.
Sofia Ihjaz, 17 anos

A primeira turma do colégio tiradentes
- Bibiana Welter Pereira
- Bruna Porto Carvalho
- Camila Daiana Damião
- Danielli Martini Machado
- Eduardo Alexandre Quinebre Alves
- Fernanda Lunardi Hasselmann
- Franciele da Motta Vargas
- Jaqueline Andressa Scherner
- Jéssica Correa
- Jonathan Patrick Benites de Souza
- Júnior Roberto Maciel Teixeira
- Lenara Oliveira de Menezes
- Leonardo Henrique de Godoy
- Pâmela Taina Lunardi Menin
- Roberto Nascimento de Oliveira
- Saulo Wegner do Nascimento
- Sofia Japur Ihjaz
- Suelen Laube Pacheco
- Tatiane Ostwald Porto
- Taynara de Azevedo
- Thaiani Borchardt da Silva
* Comandante: Capitão João Volmei Guerra Spagnol
* Paraninfo: Eduardo Debacco Loureiro
* Professora conselheira e amiga da turma: Rosani Patz
Por Odair Kotwski -JM               Fonte


domingo, 4 de novembro de 2012

Asaf conquista a Série Prata



A decisão de um título fora de casa sempre causa preocupação. Afinal, o adversário tem em favor de si uma torcida empolgada e que, geralmente em finais, preenche todos os espaços disponíveis para incentivar o time em campo de jogo.

Pois contra muita coisa a Asaf enfrentou Cachoeira do Sul hoje à noite, 3, conquistou uma vitória e o troféu da Série Prata de futsal. O ginásio Derlizão, lotado e preparado para a festa dos donos da casa, serviu de palco para uma exibição de gala dos guerreiros azuis em território inimigo. No fim, vitória por 5 a 4 e a segunda taça da Série Prata conquistada em dez anos de uma história bela para a Asaf - a primeira em 2004.

O início foi como se esperava. Cachoeira do Sul se impôs em quadra e saiu na frente, com gol de Lucas. Gugu, destaque na partida anterior, quando a Asaf venceu este mesmo time no ginásio Marcelo Mioso, empatou para o time de Santo Ângelo.

Para dramatizar ainda mais, Rudiero foi expulso, desfalcando a equipe santo-angelense que buscava a virada. Mesmo assim, ela veio. O pivô Fabinho que, suspenso, não esteve no primeiro jogo das finais, marcou de cabeça: 2 a 1. E, antes que o cronômetro chegasse ao zero, Juliano ampliou para a Asaf, fechando o primeiro período em 3 a 1.

O segundo tempo começou e era sabido que a vantagem existente até ali era pequena e Cachoeira do Sul não se entregaria tão fácil.

E foi exatamente isso que o treinador Augusto Brinck executou em seus planos. Conseguiu fazer seu time entender que, jogando em casa, era possível vencer os missioneiros. Com William e Paulinho Cambalhota, Cachoeira do Sul empatou. E Lucas virou para 4 a 3.

O empate dava o título à Asaf. E Tiaguinho, com um chute forte, fez 4 a 4. O troféu estava, naquele momento, nas mãos do clube de Santo Ângelo. Mas não era suficiente, pelo menos para os empolgados e determinados guerreiros azuis. Tiaguinho, mais uma vez, marcou e garantiu a vitória dos visitantes. Placar de 5 a 4.

O Derlizão, totalmente tomado pela torcida local, não ficou em silêncio. De dentro da quadra os gritos dos jogadores, comissão técnica, diretores e colaboradores da Asaf faziam o ginásio ser transformado em um cantinho missioneiro.

Ali, por alguns minutos, Cachoeira do Sul virou Santo Ângelo. Aquele espaço, tomado com garra e talento pelos guerreiros azuis, teve a conquista marcada por uma peça reluzente. A taça do campeonato erguida pela Asaf foi a prova definitiva de que a Série Prata de 2012 tinha um vencedor: ele veste azul e branco.
 
 
 
 

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Construa com mais rapidez com argamassa pronta

Em Guarapuava, a argamassa polimérica pronta para o uso é produzida pela empresa Resismassa


Um produto que está no mercado nacional há cinco anos, mas é pouco conhecido em Guarapuava, começa a revolucionar a construção civil na cidade.
É a argamassa polimérica pronta para o uso, produzida em Guarapuava pela empresa Resismassa. Segundo um dos proprietários da empresa, Thiago Cherbiski, a vantagem é a economia gerada pela praticidade que o produto proporciona.

Para entender do que se trata, a argamassa polimérica é um produto feito através de uma fórmula especial criada por pesquisadores de Curitiba que vem pronta para o uso, sem precisar ser umedecida ou misturada a outros produtos.

Há pouco, a Resismassa adquiriu a patente da fórmula e começou a fabricar a argamassa aqui em Guarapuava. Para utilizá-la, basta abrir o pacote e aplicar, como se fosse uma espécie de cola para tijolos ou blocos de concreto. “A vantagem é que não há desperdício como na argamassa tradicional e o acabamento fica melhor, pois não há rebocos em torno da parede”, explica Cherbiski.

Além disso, a resistência do produto é grande e a tração de uma parede feita com a argamassa polimérica é três vezes maior do que uma parede tradicional.
Sem contar o quesito ecologicamente correto, pois na fórmula não há adição de areia e cimento e na hora da aplicação o produto diminui o desperdício.

Há também a questão da rapidez da obra. Testes apontam que enquanto uma mesma parede com Resismassa demora 15 minutos para ser erguida, com argamassa tradicional demora 50 minutos. “Levando em consideração o gargalo da mão de obra na construção civil, o produto é um ponto positivo para diminuir o tempo de término da obra”, ressalta Thiago.

Publicado em 01 de Outubro de 2012, às 16h13min
Fonte: Diário de Guarapuava
LOL - Rage Face Comics