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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Forças Especiais do Exército Brasileiro
É pequeno o número de países que possuem grupos de forças especiais preparados para operações de guerra irregular. Comumente, estas operações são caracterizadas pela organização, preparo e emprego de forças irregulares para a conquista de objetivos políticos e militares à longo prazo. Sabotagens, operações psicológicas e de inteligência, estruturação de redes de apoio para fuga e evasão, ações contraterrorismo e reconhecimentos especiais fazem parte também do rol de missões das forças especiais.
Forças Especiais
Com 23 semanas de duração, é ministrado apenas à oficiais, subtenentes e sargentos de carreira do Exército Brasileiro, concludentes do Curso de Comandos (COSAC), e do Curso Pára-quedista. O curso habilita militares a integrarem um Destacamento Operacional de Forças Especiais, fração de emprego do 1º Batalhão de Forças Especiais e consequentemente a realizarem operações de reconhecimento especial, contraterrorismo, resgates, subversão, evasão, sabotagens, contra-guerrilha e de guerrilha contra forças regulares.
Lema: "Qualquer missão,em qualquer lugar,a qualquer hora,de qualquer maneira."
Comandos
O modo de emprego de tipo comandos, é caracterizado por tropa habilitada de valor e constituição variáveis, mas na grande maioria das vezes em menor número, ataca nas retaguardas profundas do inimigo por intermédio de uma infiltração sigilosa que pode ser terrestre, aquática ou aérea, contra alvos de valor estratégico, operacionais ou críticos sob o ponto de vista tático, localizados em áreas hostis ou sob controle do inimigo. Suas incursões são conhecidas pela agressividade, onde poucos homens causam tantos danos, que os inimigos acreditam ter sido em número muito maior que o real.
Lema: "O máximo de confusão, morte e destruição na retaguarda profunda do inimigo."
Pára-Quedista (PQD)
O combatente pára-quedista do Exercito Brasileiro é um dos mais exigidos fisicamente no meio militar, devido a atividade aeroterrestre, em que são conduzidos ao campo de batalha através de aeronaves, em determinadas missões, os pára-quedistas tem que caminhar por muitos kilometros após cumprir à missão, para retornar a zona neutra ou aliada, geralmente refazendo todo o percurso feito de avião na ida para a missão, por isso os militares da Brigada de Infantaria Pára-quedista são muito exigidos fisicamente.
Lema: "Brasil! Acima de tudo! "
Forças Especiais
Com 23 semanas de duração, é ministrado apenas à oficiais, subtenentes e sargentos de carreira do Exército Brasileiro, concludentes do Curso de Comandos (COSAC), e do Curso Pára-quedista. O curso habilita militares a integrarem um Destacamento Operacional de Forças Especiais, fração de emprego do 1º Batalhão de Forças Especiais e consequentemente a realizarem operações de reconhecimento especial, contraterrorismo, resgates, subversão, evasão, sabotagens, contra-guerrilha e de guerrilha contra forças regulares.
Lema: "Qualquer missão,em qualquer lugar,a qualquer hora,de qualquer maneira."
Comandos
Lema: "O máximo de confusão, morte e destruição na retaguarda profunda do inimigo."
Pára-Quedista (PQD)
O combatente pára-quedista do Exercito Brasileiro é um dos mais exigidos fisicamente no meio militar, devido a atividade aeroterrestre, em que são conduzidos ao campo de batalha através de aeronaves, em determinadas missões, os pára-quedistas tem que caminhar por muitos kilometros após cumprir à missão, para retornar a zona neutra ou aliada, geralmente refazendo todo o percurso feito de avião na ida para a missão, por isso os militares da Brigada de Infantaria Pára-quedista são muito exigidos fisicamente.
Lema: "Brasil! Acima de tudo! "
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
EsPCEx
O ingresso na EsPCEx é feito por intermédio de um concurso de admissão realizado anualmente, para jovens do sexo masculino que estejam cursando, ou tenham concluído, a 3ª Série do Ensino Médio. O aluno da EsPCEx realiza em um ano, um curso equivalente à 1ª Série do Ensino Superior, acrescido de formação militar necessária ao futuro cadete da AMAN. Inclui-se, além das disciplinas do Ensino Superior, a disciplina de Instrução Militar, entre outras de cunho preparatório para a AMAN e a vida militar, com ênfase na preparação física do aluno através do Treinamento Físico Militar (TFM). A conclusão do curso garante ao aluno, além da opção de ingressar na AMAN, o Certificado de Reservista devido ao cumprimento do serviço militar dentro da EsPCEx.
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Brigada de Operações Especiais - Exército Brasileiro
A elite dos guerreiros brasileiros. São reconhecidos no Brasil e no exterior como a tropa mais letal do mundo. Com efetivos de comandos, operações psicológicas e de forças especiais.
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Paráfrase da Crônica: 'O Batalhão Sagrado'
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O Batalhão Sagrado
O Batalhão Sagrado
No dia 7 de abril de 1831, D.Pedro I foi obrigado a abandonar o Brasil, deixando o trono.
Dizem que o ex-Imperador mal olhou para trás quando deixou o Brasil, tinha planos de reunificá-lo com Portugal e comandar os dois. Conseguiu ser coroado D. Pedro IV, mas logo morreu.
D. Pedro II tinha apenas cinco anos neste dia 7 de abril. O major Luiz Alves de Lima e Silva, futuro Duque de Caxias, foi seu professor de esgrima desde os sete anos de idade e também um dos responsáveis pela sua ascensão ao trono.
Algo que poucos sabem é que Duque de Caxias se pôs ao lada de D. Pedro I para defendê-lo, indo contra até ao seu pai, o General Francisco de Lima e Silva.
Logo após a saída de D. Pedro I aconteceram várias deserções nas Forças Armadas e estes foras-da-lei eram mais do que a polícia podia combater. O terror tomava a cidade do Rio de Janeiro, foi então que o Major Luiz Alves de Lima e Silva resolveu agir.
Quase todas as noites ele e alguns oficiais dispostos a agir percorreram as ruas do Rio de Janeiro escorraçando criminosos e atirando em assassinos. Aquele pelotão trouxe tanta paz à capital federal que eles foram chamados pelos cariocas de Batalhão Sagrado.
Vemos atualmente um Rio de Janeiro tomado de bandidos, bem armados e com alianças com policiais. Alguns acreditam que as forças armadas não devem tomar parte nessa guerra civil. É claro que não seria certo mandar recrutas de dezoito anos para as ruas, mas tropas profissionais como as que estão no Haiti. Se Caxias fosse major e tivesse trinta anos, seguramente assumiria o comando deste novo Batalhão Sagrado.
Autor original: Alcy Cheuiche
Autor da Paráfrase: Deison Mathias Konzen
sábado, 27 de outubro de 2012
O Batalhão Sagrado
No dia 7 de abril de 1831, o Imperador D.Pedro I foi obrigado a abdicar e abandonar o Brasil. Por essa razão, até hoje recordamos essa data em algumas ruas e naquele lindo teatro de Pelotas.
Dizem que o ex-Imperador mal olhou para trás quando sua nau deixou o Rio de Janeiro. Na sua cabeça já estava estabelecido o plano de retomar o trono de Portugal e uni-lo outra vez ao Brasil. De fato, depois de muitas peripécias, chegou a ser coroado D.Pedro IV, mas não tardou a morrer. Ficou em Lisboa uma estátua sua, que todos os brasileiros estranham quando a vêem pela primeira vez. Desde crianças tínhamos aprendido a reconhecê-lo pelo rosto sem barbas e ali está ele barbudo como D.Pedro II.
Este coitado tinha apenas cinco anos naquele 7 de abril de 1831 e quase por um milagre conseguiu ascender ao trono. E o artífice maior desse feito, hoje a história reconhece, foi Luiz Alves de Lima e Silva, seu professor de esgrima desde os sete anos de idade. Major naquela época, reconhecido como um dos mais brilhantes oficiais do Exército Brasileiro, o futuro Duque de Caxias apegou-se ao menino e jurou-lhe fidelidade para toda a vida. D. Pedro II, que recebeu a maioridade com apenas quatorze anos para que pudesse reinar, também transferiu para Caxias muito de seu afeto filial. E devemos à coroa de D.Pedro II e à espada de Caxias a incrível unidade territorial brasileira. Inclusive a recuperação do Rio Grande do Sul, cuja perda era praticamente aceita pela regência até 1840.
Tudo isso que acabo de contar, salvo talvez o fato de que Caxias foi professor de esgrima do Imperador menino, é do conhecimento da maioria dos brasileiros mais cultos. Mas o que poucos sabem é o fato de que Caxias, nos dias que antecederam o golpe contra D. Pedro I, colocou-se a seu lado para defendê-lo. Seu argumento, inclusive contra o pai, General Francisco de Lima e Silva, futuro Regente do Império, foi o de que o Brasil cairia em um vazio de poder no momento em que D. Pedro I deixasse o país.
E foi o que realmente aconteceu, principalmente no Rio de Janeiro. Contam os cronistas da época, que era tal o número de desertores das Forças Armadas, que a polícia não tinha condições de combatê-los e os criminosos tomaram conta da capital. As famílias ficavam trancadas em suas casas, enquanto ladrões, assassinos e estupradores percorriam impunemente as ruas praticando os crimes mais hediondos. E foi então que o Major Luiz Alves de Lima e Silva resolveu reagir.
Quase todas as noites, durante alguns meses, o futuro Patrono do Exército percorreu as ruas do Rio de Janeiro no comando de um grupo de oficiais dispostos a enfrentar os criminosos. Usando as espadas para escorraçar os ladrões e armas de fogo para matar os assassinos a solta, conseguiram os integrantes desse grupo de voluntários a façanha de devolver a paz às ruas do Rio de Janeiro. E pareceu ao povo tão incrível aquele feito, que os cariocas chamavam o grupo de militares pelo nome de Batalhão Sagrado.
Penso nisso quando o Rio de Janeiro está outra vez nas mãos dos bandidos, desta vez melhor armados e até mancomunados com uma parte da polícia, e alguns consideram que o Exército, a Marinha e a Aeronáutica não devem tomar parte ativa nessa guerra civil. É claro que não se deve mandar às ruas conscritos de dezoito anos que estão apenas em treinamento militar. Mas tropas profissionais, como as que se encontram no Haiti com a mesma finalidade, podem e devem servir a Pátria em qualquer trincheira. Se Caxias fosse major e tivesse trinta anos, seguramente assumiria o comando deste novo Batalhão Sagrado.
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